A bolsa da minha vida

Em vários momentos da minha vida eu já pensei “Achei! Essa é a bolsa/tênis/blusa/etc da minha vida!”. Eu tinha certeza que não iria querer usar mais nada que não fosse aquele produto! No post de hoje eu falarei um pouco mais da bolsa da minha vida (será que ela existe? será que é só uma mesmo?), além de contar um pouco da minha infância, adolescência e início de vida adulta.

bolsa da minha vida bolsa da minha vida bolsa da minha vida

Quando eu era criança, minha bolsa ideal só precisava ter espaço para meu celular com o jogo da cobrinha, meu gloss (eu era viciada naqueles com gostinho e glitter!) e um dinheirinho para comprar balinha. Aos onze anos eu ganhei o que eu achava ser a bolsa da minha vida: a bolsa Teddy da Kipling, na cor preta, acompanhada do famoso macaquinho, na mesma cor. Eu a levava pra escola todos os dias, mesmo que não precisasse, já que eu ainda levava uma mochila e uma lancheira. Era engraçado o tanto que eu me achava crescida, adolescente, madura com ela! Essa bolsa me acompanhou por muitos e muitos anos (uso ela até hoje!), mas quando eu realmente virei adolescente percebi que minhas necessidades mudaram e a “bolsa da minha vida” não era mais a mesma.

bolsa da minha vida bolsa da minha vida bolsa da minha vida

Eu provavelmente não admitiria isso na época, mas na minha adolescência eu queria tudo que estivesse na moda! Eu comecei a ler blogs como o Depois dos Quinze e ler revistas da Capricho, sempre procurando qual era a mais nova tendência. Passei pela fase da franjona no olho no estilo Justin Bieber (e, depois, a franjinha da Zooey Deschanel), as fotos fazendo o sinal da paz ou hangloose, os óculos wayfarer coloridos (eu tinha umas 5 cores diferentes!)… Eu lembro que certa época dos meus anos de aborrecente estava na moda – pelo menos na minha escola – usar umas maxibolsas de tecido com um broche de flor na frente. Eu fiquei louca atrás de uma pra mim, até que ganhei uma de aniversário e fiquei super feliz, me achando A Adulta por estar com uma bolsa grande na escola. Naquele tempo, minha bolsa ideal precisava caber minhas coisas da escola, o livro que estivesse lendo no momento e uma bolsinha de maquiagem (não podia sair de casa sem corretivo e rímel!). Hoje em dia as mochilas voltaram à moda, assim como os pompoms peludinhos (falarei mais sobre isso no próximo post!). Tenho certeza que se essas coisas fossem tendência na minha época de escola eu ficaria doidinha na City Pack na coleção Furry da Kipling!

bolsa da minha vida bolsa da minha vida bolsa da minha vida

Nesse exato momento – começo da minha vida adulta -, eu vejo que minhas necessidades mudaram um pouco. Atualmente eu passo o dia inteiro fora de casa, alternando entre o estágio, a faculdade e uma eventual saída com os amigos. Por esse motivo, minha bolsa ideal precisa ser espaçosa, versátil e ter bolsos organizadores. A bolsa Marleigh KC da Kipling é tudo isso. Ela cabe toda a tranqueira que eu levo no meu dia-a-dia e ainda tem uma alça transversal, que eu gosto muito. Para eu conseguir aguentar essa rotina puxada, é essencial que eu me mantenha organizada, por isso a importância dos bolsos organizadores. Ela também cabe minha câmera fotográfica, caso eu vá fazer algum ensaio no fim de semana. Na minha cabeça essa bolsa servirá pro resto da minha vida – e talvez eu esteja certa -, mas quando eu olho pro meu futuro eu vejo uma época específica que essa bolsa não será mais a ideal.

bolsa da minha vida bolsa da minha vida bolsa da minha vida

Uma época em que eu tenha que levar em conta não só as minhas necessidades, mas também (e principalmente) as necessidades de outra pessoa. Um serzinho que dependerá de mim para tudo – o que é lindo e mágico e muito difícil ao mesmo tempo -. Precisarei de espaço. Muito espaço. Brinquedos, mamadeira, fraldas, roupas, remédios, papinha… E claro, meu telefone para ligar para o meu pai a qualquer emergência (ele é pediatra!). ♡ Para isso, eu vejo que a bolsa de maternidade Camama da Kipling é ideal! Ela é bem espaçosa, cabe as minhas coisas e as do bebê, tem vários organizadores, porta mamadeiras térmico, porta chupeta, um trocador acolchoado e emborrachado, alça transversal… Enfim, cabe tudo e mais um pouco! Eu tenho certeza que ainda não estou preparada para essa futura fase da minha vida, mas ao mesmo tempo eu fico doida pra que ela chegue logo. Ainda esperarei mais alguns anos até isso acontecer, mas quando a época certa chegar eu já sei qual bolsa eu quero!

____________________________

Acho que a conclusão disso tudo é que minha vida está em constante mudança e isso acaba refletindo nas minhas escolhas de bolsas, vestuário, calçados, etc. A “bolsa da minha vida” é apenas “a bolsa da minha vida naquele momento no tempo”, a que atende minhas necessidades e prioridades. De qualquer maneira, a qualidade das bolsas da Kipling me faz ter a certeza que se eu eventualmente achar a “bolsa da minha vida”, ela durará muitos e muitos anos. ♡

E vocês, tem um tipo de bolsa ideal? Ela é pequena, espaçosa, discreta, fashion…? Conte-me nos comentários! E ah, o que acharam das fotos embaraçosas da minha infância e adolescência? Eu dei umas risadas quando achei algumas daquelas fotos, confesso! Hahaha 😀

Correspondente Kipling

Author: Tatyanna Gois

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *